
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
CANA DE AÇÚCAR SUFOCA POPULAÇÃO ALAGOANA

Em Alagoas, cerca de 63,95% de toda a área agricultável é ocupada pela produção da cana-de-açúcar. O equivalente a 410.835 hectares, que corresponde a 54 cidades de um total de 102. (IBGE)
No interior alagoano, na zona a mata, que de mata já não tem quase nada, pois a cana-de-açúcar consome grande parte das terras da região. Messias, uma das cidades pertencente a essa região, tem 90% de sua extensão territorial plantada de cana. Isso é um problema habitacional, ecológico e de saúde.
Quando chega a primavera, começa o período da colheita da cana. Ela e queimada para facilitar o corte, que é feito manualmente por trabalhadores rurais contratados pelas usinas, e por razão da proximidade do centro urbano, muitas pessoas sofrem problemas respiratórios, além do medo de terem suas casas consumidas pelas chamas.
Num passado não muito distante, coronéis da região costumavam “resolver” seus problemas amarrando e queimando as pessoas vivas dentro das plantações de cana. Talvez, este pensamento ainda esteja vivo nas atitudes dos políticos da cidade, que defendem os interesses das usinas, quando foram eleitos para defenderem o povo de Messias. Por isso, não se importam em deixar a população morrer asfixiada no meio da fumaça dos canaviais, com tanto que, o dinheiro das próximas campanhas eleitorais esteja garantido.
Atualmente, um movimento conjunto entre a população e a igreja católica, dirigido pelas pastorais sociais; PJMP (Pastoral da Juventude do Meio Popular) e CPT (Comissão Pastoral da Terra). Buscam dentro das formas legais uma solução para a situação.
ANIVERSÁRIO DA PJMP DE BRANQUINHA
No último domingo de agosto de 2009, dia 30, os jovens do grupo JUNAF/PJMP (Juventude Unida no Amor e na Fraternidade) organizaram o seu décimo sexto aniversário. A data oficial é 18 de agosto, mas por razão da maioria dos jovens do grupo trabalharem durante a semana, a festa foi adiada para o domingo mais próximo.
Parabéns companheiros!
sábado, 1 de agosto de 2009
RESULTADO FINAL DA ENQUETE
Durante o último mês de julho, a PJMP realizou uma enquete neste blog. A pesquisa foi uma forma interativa da coordenação arquidiocesana ouvir as opiniões da juventude, não só a dos jovens da PJMP, mais de todos que tiveram acesso a esta página durante os últimos dias.
Uma questão foi exposta; "Na sua opinião, é certo misturar política e religião?", e foram colocadas duas opções como respostas; SIM ou NÃO. A intenção foi entender como os e as jovens que estão inseridos e inseridas no âmbito religioso se comportam tendo que enfrentar a politização da sociedade.
Uma questão foi exposta; "Na sua opinião, é certo misturar política e religião?", e foram colocadas duas opções como respostas; SIM ou NÃO. A intenção foi entender como os e as jovens que estão inseridos e inseridas no âmbito religioso se comportam tendo que enfrentar a politização da sociedade.
RESULTADO FINAL
- PERGUNTA: NA SUA OPINIÃO, É CERTO MISTURAR RELIGIÃO E POLÍTICA?
- OPÇÕES DE RESPOSTAS: SIM - NÃO
- TOTAL DE VOTANTES: 19 pessoas
VOTOS, SIM: 18pessoas - 94%
VOTOS, NÃO: 1 pessoas- 6%
quarta-feira, 22 de julho de 2009
A TIGELA DE MADEIRA
Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho dequatro anos de idade. As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes.
A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa.
O filho e a nora irritaram-se com a bagunça. - Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai - disseo filho. - Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão. Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho dacozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação.
Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa tigela de madeira.
Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras quelhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida cair ao chão. O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio.
Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira.
Ele perguntou delicadamente à criança: - O que você está fazendo? O menino respondeu docemente: - Oh, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu crescer.
O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho.
Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos.
Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos. Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisavaser feito.
Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família.
Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as refeições com a família.
E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava.
A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa.
O filho e a nora irritaram-se com a bagunça. - Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai - disseo filho. - Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão. Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho dacozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação.
Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa tigela de madeira.
Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras quelhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida cair ao chão. O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio.
Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira.
Ele perguntou delicadamente à criança: - O que você está fazendo? O menino respondeu docemente: - Oh, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu crescer.
O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho.
Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos.
Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos. Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisavaser feito.
Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família.
Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as refeições com a família.
E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
O TREM DA HISTÓRIA
Desde, 09 de julho de 1978, a PJMP vem participando e intervindo na história e na vida do Brasil e dos brasileiros. Ela nasce das ações da juventude operária católica - JOC, que em meio a ditadura militar é sanguinariamente eliminada, mas alguns poucos corajosos e corajosas ousaram reinventar um novo jeito de ser igreja e de lutar pelo povo, nasce assim, com o aval da conferência do episcopado latino americano e a assinatura do punho do próprio, até então papa, João Paulo II, a Pastoral da Juventude do Meio Popular - PJMP.
Das lutas pelas diretas já até as atuais, muitas idas e vindas se deram ao longo da caminhada. E o que hoje é consenso para todos e todas que passaram por este trem, é a certeza que a sua existência marcou suas vidas.
O encontro arquidiocesano da PJMP este ano aconteceu na cidade de Colônia de Leopoldina, em uma chácara localizada na zona rural da cidade, um centro de reuniões criado por um antigo pároco estrangeiro que administrava a paróquia da cidade. Hoje, quem se responsabiliza pelo espaço é a associação de trabalhadores rurais da cidade-ATRAPO.
Denison Queiroz, ex-secretário arquidiocesano da PJMP (Maceió), assessorou o encontro junto da coordenação arquidiocesana. Representantes de sete cidades estiveram presentes: JUNDIÁ, COLÔNIA DE LEOPOLDINA, MESSIAS, MURICI, BRANQUINHA, UNIÃO DOS PALMARES E SANTANA DO MUNDAÚ. Com estas representações a PJMP esta articulada em duas grandes áreas pastorais; VALE DO MUNDAÚ E NOROESTE.
Das lutas pelas diretas já até as atuais, muitas idas e vindas se deram ao longo da caminhada. E o que hoje é consenso para todos e todas que passaram por este trem, é a certeza que a sua existência marcou suas vidas.
O encontro arquidiocesano da PJMP este ano aconteceu na cidade de Colônia de Leopoldina, em uma chácara localizada na zona rural da cidade, um centro de reuniões criado por um antigo pároco estrangeiro que administrava a paróquia da cidade. Hoje, quem se responsabiliza pelo espaço é a associação de trabalhadores rurais da cidade-ATRAPO.
Denison Queiroz, ex-secretário arquidiocesano da PJMP (Maceió), assessorou o encontro junto da coordenação arquidiocesana. Representantes de sete cidades estiveram presentes: JUNDIÁ, COLÔNIA DE LEOPOLDINA, MESSIAS, MURICI, BRANQUINHA, UNIÃO DOS PALMARES E SANTANA DO MUNDAÚ. Com estas representações a PJMP esta articulada em duas grandes áreas pastorais; VALE DO MUNDAÚ E NOROESTE.
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- ILÊA-Ô
- Maceió, Alagoas, Brazil
- "CASA DA MÚSICA, DA DANÇA, DO ENTUSIASMO LUGAR DE ENTRAR CHORANDO E SAIR SORRINDO, E SER ABENÇOADO."
